Brasileiros são frequentemente conhecidos em outros países como turistas consumistas

Finanças
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date_range 08/07/2019
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Não é raro que em Nova York ou Buenos Aires, exemplo, os turistas mais abarrotados de sacolas sejam… Brasileiros! O comportamento de consumo numa viagem muda muito de uma pessoa para outra – tem gente que viaja praticamente para fazer compras, outros consomem muito pouco em viagens, e tem até, acredite, gente que simplesmente não suporta perder tempo em outro país olhando lojas e fazendo compras.

Mas, no fundo, todo mundo quer trazer, para si ou para amigos e familiares, lembrancinhas dos lugares visitados – isso é normal. Para aqueles que costumam dar vazão aos impulsos consumistas em viagens ao exterior vale levar em consideração os seguintes aspectos:



Em muitos países, é possível solicitar a devolução do imposto sobre as mercadorias compradas (tax refund) – há sempre uma quantia mínima a ser gasta, e ela varia de país para país. O reembolso pode ser solicitado em lojas que exibam o selo tax free, desde que a compra tenha ultrapassado o valor mínimo estipulado para o tax refund naquele país.

No ato da compra, solicite ao vendedor o formulário de tax free para ter direito à devolução do valor correspondente aos impostos sobre a(s) mercadoria(s) no aeroporto, quando estiver partindo de volta. Vale lembrar que, em algumas lojas, é necessária a apresentação do passaporte ou do documento de viagem no ato da compra para ter direito ao formulário.



Se você está indo viajar para morar, estudar ou trabalhar no destino tente deixar as compras mais caras para os últimos três meses de viagem, antes de voltar para o Brasil, para ter direito ao tax refund (somente compras feitas nos noventa dias que recebem o retorno dão direito à devolução do imposto).

Fique sempre atento aos valores de suas compras: roupas para uso pessoal, livros e lembrancinhas não entram nessa conta, mas viajantes só podem trazer quinhentos dólares em compras isentas de impostos quando voltam de viagens ao exterior. Valores superiores a esse são taxados em 50% na alfândega brasileira – e nem pense em não declarar os bens na chegada, pois a multa representa 100% sobre o valor do produto.

Pense nisso antes de sair comprando “aquele” notebook ou “aquela” câmera fotográfica moderníssima – é o tipo do barato que pode sair muito caro. A cota é individual e não pode ser somada por casais, familiares ou grupos de amigos.

As novas regras da Receita Federal brasileira permitem que o viajante traga, isento de impostos, uma câmera fotográfica (excluindo lentes e acessórios), um celular e um relógio, desde que as mercadorias estejam FORA DA CAIXA e EM USO com o passageiro. Ou seja, a câmera precisa ter sido utilizada na viagem, o celular precisa estar com um chip operante e o relógio tem que estar no seu pulso. “E mais, esses produtos precisa ser, segundo a receita compatível com o tipo e a duração da viagem”. Se você fez uma viagem de uma semana a passeio, não pode comprar livre de impostos uma câmera profissional de última geração.

Quando você desembarca de volta ao Brasil, escolhe passar pelo setor alfandegário do “nada a declarar” (se suas compras estiverem dentro do limite) ou “bens a declarar” (quando adquiriu produtos em valor superior ao permitido). Se você optou pelo “nada a dedar ar”, ainda assim pode ser parado pelas autoridades e “convidado” a abrir sua bagagem – é raro, mas pode acontecer, por amostragem ou por suspeita sobre o passageiro.

Por isso, guarde todas as notas fiscais dos produtos que comprou e leve-as consigo, para evitai problemas de desembaraço, sobretudo se estiver re- tornando de um lugar tradicionalmente ligado às compras, como Miami.

A Receita Federal brasileira aboliu a declaração de saída temporária de bens. Por isso, leve todas as notas fiscais dos produtos que estiverem embarcando com você ao exterior, como câmeras fotográficas, notebooks, notebooks, celulares etc., se esses produtos não tiverem sido fabricados no Brasil. Melhor prevenir que remediar. No free shop do aeroporto brasileiro, na volta ao país, você tem direito a mais quinhentos dólares em compras.

Conheça sempre os Street markets, aqueles mercados á céu aberto repletos de barraquinhas com quinquilharias típicas, como o Chatuchak Market e a Khao San Road, de Bangkok, Camden Town e Notting Hill, em Londres, San Telmo e Palermo, em Buenos Aires, e muitos outros. Além dos bons preços, são ambientes bastante pitorescos e emblemáticos, com artigos inusitados para complementar sua viagem e a garantia de ótimas compras.



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