Por que você não consegue aceitar todo o sucesso que merece?

Evolução
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date_range 13/07/2019
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Porque quando criança você foi programado para achar que pobreza é virtude, que dinheiro é ruim e que os ricos não ligam para ninguém

Eu cresci assistindo a programas de TV como A Ilha dos Birutas, MASH e A Família Buscapé. Todos eles são programas extremamente idiotas e inofensivos, certo? Bem, vamos analisá-los do ponto de vista da prosperidade.



Lembra-se do milionário da Ilha dos Birutas? Ele tinha um nome esnobe e era sempre retratado como um rico cheio de pose. Pense em como o banqueiro e os ricos eram mostrados em A Família Buscapé. A família Buscapé era sempre apresentada como pessoas sensíveis e realistas, que divertia intrigavam os ricos.

MASH girava em torno de dois caras legais, mas aparecia um cara malvado, geralmente um cara rico que ouvia ópera e também tinha um nome metido a besta. Fazendo uma retrospectiva agora, percebo que eu fui provavelmente programado para ser contra os ricos antes de fazer 10 anos de idade!



E você? Se, cresceu numa época diferente da minha, pense nos programas de TV a que assistia. Como eles mostravam os ricos? (Pense no J.R. de Dallas, em todos aqueles ricos que conspiravam entre si em Dinastia e no modo como a mídia é tendenciosa ao contar histórias sobre pessoas milionárias como Bill Gates, Ross Perot e Ted Turner).

Você sabia que as pessoas em geral assistem a seis horas de TV por dia? Isso equivale a 42 horas por semana e a 168 horas por mês. Isso significa, portanto, que em um mês elas assistem a aproximadamente 6.720 comerciais e sete dias inteiros (durante 24 horas) acumulados de informações inúteis, que muitas vezes disseminam a mentalidade de escassez,

Sempre que está ouvindo rádio, você está entupindo o seu cérebro com mais comerciais e informações inúteis. Se só ouvir rádio no carro, pode se sujeitar a um período de 5 a 10 horas de informações por semana, ou de 20 a 40 horas por mês.

Jornais e revistas acrescentam ainda mais informações redundantes e anúncios publicitários à sua mente. Os jornais estão cheios de matérias escritas por pessoas que não conhecem os assuntos que estão tratando. Elas escrevem artigos fortemente tendenciosos, de modo a provocar uma resposta emocional do leitor que o leve a comprar mais jornais.

Isso certamente não vai melhorar um dia. Na verdade, você pode apostar que vai piorar muito.

Não há nada mais delicioso do que um testemunho de que ser muito rico e muito magro não é sinônimo de felicidade. Isso diz tudo de que você precisa para saber até que ponto a mídia molda a sua percepção de sucesso, felicidade e dinheiro. Mas há muito mais. A resenha e a história estão simplesmente saturadas com afirmações que promovem a consciência de escassez. Eis uma amostra:

“Como uma mulher adulta e inteligente torna-se uma pessoa cujo mundo estéril se resume a gavetas de lingerie organizadas em ordem alfabética e produtos orgânicos franceses? Onde está a criança dessa casa?”

“Magérrima. a senhora X só se preocupa em manter a boa aparência, conservar a elegância imaculada do seu luxuoso apartamento (que conta com uma arrumadeira em tempo integral, é claro) e garantir que seu filho de 4 anos não emporcalhe suas roupas de grife.”

“Os pais vêem o filho como um acessório de prestígio, não como um garotinho com imensas necessidades emocionais insatisfeitas”

“O senhor X está ocupado demais com sua amante de fio dental.”



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