Ameaças: “Matemos Moro e acabemos com esta festa”, Veja como foi >>


Juiz da Lava Jato resistia a mudar sua rotina, mas desde o depoimento de Lula conta com esquema ostensivo de proteção

Pelo menos três desses ataques resultaram em abertura de inquérito por um motivo muito simples: incitaram, entre outras barbaridades, ao assassinato do juiz da Lava-Jato. “Chega de palhaçada de acreditar na democracia de direita. Matem o Moro”, escreveu no Twitter um agressor já identificado. “Tenhamos coragem. Matemos Moro e acabemos com esta festa”, emendou o militante.

A “ameaça concreta” que o juiz paranaense dizia inexistir despontou como uma possibilidade real. Prudência agora é o nome do jogo.

Desde aquela sexta-feira em que Lula depôs numa sala do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, agentes da Polícia Federal se revezam num esquema ostensivo ao redor de Moro.

Em paralelo, policiais rastreiam a origem das ameaças e de telefonemas que o magistrado tem recebido. “Identificaremos todos eles”, disse a VEJA um investigador que trabalha no caso.

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