Menina de 6 anos morta sofreu abuso sexual – Moradores da cidade invadiram a delegacia


Laudo do Instituto Médico-Legal (IML) deve ser concluído somente na tarde de sexta-feira (29), mas o médico-legista já antecipou que foi constatada a violência.

Moradores da cidade invadiram a delegacia

Moradores da cidade invadiram a delegacia para protestar após a prisão do homem. Alguns quebraram uma porta de vidro e depredaram carros no local. Por segurança, o preso foi transferido para outra unidade. Outros presos detidos na delegacia aproveitaram o protesto para dar início da uma rebelião. Os policiais ainda trabalhavam para tentar controlar a situação na manhã desta quinta.

A garota estava desaparecida desde a última terça-feira, dia 26, quando foi deixada próximo à escola onde estudava pelo irmão de 13 anos, como acontecia todos os dias. Imagens de câmeras de segurança revelaram que a menina foi abordada por Eduardo, que dirigia um veículo Gol, entrou no carro e foi levada por ele.

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O delegado-chefe da Polícia Civil em Umuarama, no noroeste do Paraná, Osnildo Carneiro Lemes, confirmou no início da noite desta quinta (28) que a menina Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos, que teve a morte confirmada nesta madrugada, foi abusada sexualmente.
De acordo com ele, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) deve ser concluído somente na tarde de sexta-feira (29), mas o médico-legista já antecipou que foi constatada a violência sexual.
“O inquérito está praticamente fechado. Só falta juntar os laudos e verificar se não há nenhuma contradição. Para a gente, o caso está encerrado”, afirma Lemes.
Segundo o delegado, a partir de agora, os esforços estão concentrados no trabalho de identificação das pessoas que depredaram o prédio da Delegacia de Umuarama. “Já estamos focados nisso para apurar as responsabilidades”, diz.
A polícia prendeu, na noite de quarta-feira (27), o homem suspeito de matar a menina. Ele confessou o crime durante depoimento e levou os policiais até o local onde havia enterrado o corpo de Tabata.


Conforme o delegado, o suspeito já matou uma adolescente, de 15 anos, há sete anos, em Chopinzinho, no sudoeste do Paraná. Ele cumpria pena em regime semiaberto por este crime.

Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, confessou o crime – Foto: Catve

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Após interrogar suspeito, polícia confirma a morte da menina Tabata
Foi confirmada pela polícia a morte de Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos. A menina estava desaparecida desde a tarde de terça-feira, por volta das 13.
Suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, foi detido no final da tarde de quarta. Ele reside no Parque Danieli e seria conhecido da família. Os policiais chegaram até suspeito após um vídeo de câmera de monitoramente mostrar que Tabata teria entrado em um veículo Gol, branco, modelo antigo.
Informações preliminares são de que ele indicou aos policiais a localização do corpo da criança, na região do bairro Sonho Meu – o local exato ainda não foi divulgado para evitar tumulto. O suspeito foi interrogado pelas equipes da Polícia Civil de Umuarama e do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas). Inicialmente ele negou o crime. Depois confessou e voltou a negar.
Enquanto o suspeito era interrogado, a mãe de Tabata, Fernanda Crespilho e seu padrasto Willian, conversaram com a imprensa e informaram que Silva seria conhecido ‘de vista’. Disseram que ele teria sido preso e que recentemente foi solto – e que depois que ele retornou não o tinham mais visto.

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Autópsia confirma que Tabata foi estuprada e morta por asfixia
A autópsia realizada no Instituto Médico Legal (IML) de Maringá confirmou a suspeita de que Tabata Fabiana Crespilho Rosa, 6, foi estuprada. O parecer preliminar indica asfixia como causa da morte.
O resultado foi informado à imprensa pelo delegado Fernando Ernandes Martins. Exames complementares tendem a comprovar a conjunção carnal. O material coletado será comparado com o DNA do suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30, que foi transferido após a prisão.
O corpo de Tabata foi enterrado em uma estrada rural na saída para Xambrê. Não foi possível realizar a necropsia no IML de Umuarama por conta da depredação da véspera.

 

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